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8 de dezembro de 2009

A luz na noite...

Ontem à noite, a dada altura, apercebi-me que quando a luz incidia nos teus olhos de determinado ângulo ficavas com olhos cor de vampiro bom...

...mmmmmm...

...estranho... ;-)

9 de novembro de 2009

Lua Nova.

Não, a lua ainda só está minguante... mas adivinhem quem já tem o bilhete para o ver o filme New Moon nesta minha rica terra? Euzinha!!!!

(infelizmente não é o dia que eu mais queria por exigência profissional, mas mais vale "tarde" que nunca!!!)

16 de outubro de 2009

Hoje vi um carro Edward Cullen (terminologia usada pela minha querida K.) em preto e cuja matrícula era nada mais nada menos que ... - EC - ... ! Se não estivesse a trabalhar garanto que agarrava no telemóvel e tirava uma foto... pena!

7 de setembro de 2009

Banda sonora #4

Apesar de uma das minhas cenas favoritas ser a do basebol e de a minha música preferida ser a Bella's Lullaby penso que esta exprime a essência da história...


Leave out all the rest


I dreamed I was missing.
You were so scared,
But no one would listen
'Cause no one else care.

After my dreaming,
I woke with this fear.
What am I leaving,
When I'm done here?

So if you're asking me,
I want you to know:

[Chorus]
When my time comes
Forget the wrong that I've done,
Help me leave behind some
Reasons to be missed.
And, don't resent me,
And when you're feeling empty
Keep me in your memory,
Leave out all the rest

Leave out all the rest...

Don't be afraid
Of taking my beating.
I've shared what I'd made.

I'm strong on the surface,
Not all the way through.
I've never been perfect,
But neither have you.

So if you're asking me,
I want you to know:

[Chorus]
When my time comes
Forget the wrong that I've done,
Help me leave behind some
Reasons to be missed.
Don't resent me,
And when you're feeling empty
Keep me in your memory,
Leave out all the rest

Leave out all the rest...

Forgetting,
All the hurt inside
You've learned to hide so well.

Pretending,
Someone else can come
And save me from myself.
I can't be who you are.

[Chorus]
When my time comes
Forget the wrong that I've done,
Help me leave behind some
Reasons to be missed.
Don't resent me,
And when you're feeling empty
Keep me in your memory,
Leave out all the rest

Leave out all the rest...

Forgetting,
All the hurt inside
You've learned to hide so well.

Pretending,
Someone else can come and save me from myself.
I can't be who you are...
I can't be who you are.


E agora?

Eu sabia que iria acontecer o que aconteceu. Ou melhor, eu já estava à espera de ser atingida mas não estava a contar que fosse de um modo tão intenso...
Ora eu passo a explicar. A minha querida K. não descansou enquanto não me tornou fã da saga Crespúsculo. Fartou-se de me falar nos livros, insistia que eu tinha que ler porque eu ia adorar, até me emprestou o DVD para eu ver à vontade na minha casa. Confesso que não entendia o porquê de tanta agitação. É só um livro (ou melhor, quatro), uma história de vampiros bonzinhos e vampiros mauzinhos (e eu que nem gosto de filmes de terror e que sempre dispensei tudo o que tivesse a ver com vampiros) e nem sequer é um clássico de literatura fantástica tipo O Senhor dos Anéis que já li duas vezes e que esperei ansiosamente cada filme da triologia.
Pronto, eu sei. Eu até acho graça a histórias de magia e fantasia e se tiver alguma coisa a ver com os celtas, os druidas e Avalon então tenho mesmo que ler. Mas vampiros?!?

A primeira "ameaça" de leitura foi nas minhas férias em Julho. Sei agora que se não tivesse outras ocupações para a minha mente durante aqueles 15 dias que teria ficado irremediavelmente viciada logo. Mas fui resistindo à tentação de pegar no livro e deixei-o a meio, ficando com a sensação de que ainda não era o momento.
Até que, naquela bendita viagem de comboio que eu fiz para ir ao aniversário da minha querida K., deu-se o esperado: fiquei viciada. Li a metade que faltava no caminho para Lx, a K. emprestou-me o segundo para ler no caminho de volta. Na primeira oportunidade vi o filme (que me soube a pouco e me fez desejar que 26 de Novembro chegue depressa para ir ver o segundo) e acabei por ler aqueles três livros (e como é enorme o Amanhecer!!!) que faltavam numa semana e meia. Mesmo sendo fim do mês e tendo ensaios, jantares e saídas pelo meio, fiquei vários dias acordada até às 3h e aproveitava cada bocadinho do dia para ler.
Pois... mas o mais curioso no meio disto foi a reacção que estes livros me provocaram. Contrariamente ao que toda a gente fala, eu não me sinto Bella. Nem sequer me sinto mais uma personagem, como me costuma acontecer. E mesmo com a capacidade de visualização que tenho, aguçada pela escrita impecável da Stephenie Meyer, fui vendo passar a história à minha frente tal como se estivesse no cinema. O que se passou comigo foi um despertar. Foi como se algo que estava adormecido há muito tempo começasse a espreguiçar os braços e se preparasse para me desafiar. A leitura destes livros abriu a porta da minha imaginação e agora que ela saiu eu não consigo "escondê-la" outra vez. De um momento para o outro eu comecei a ter uma vontade enorme de escrever embora não saiba muito bem o quê. De um momento para o outro eu desejei imenso saltar para o colo de alguém embora não o possa fazer. De um momento para o outro eu passei a ter a minha intuição muito mais atenta embora insista em não acreditar nela.

E agora, o que faço? Para suprimir o fim dos livros, uma amiga minha emprestou-me uma saga de livros de dragões para ver se lhes acho piada (curioso, para quem não era muito fã deste tipo de livros, passar de vampiros para dragões é uma reviravolta muito interessante). Estou a ler o Marley & me porque ando numa de filmes que são livros ou livros que são filmes ou se calhar porque é uma forma que tenho de mudar as imagens que andam a pulular na minha cabeça (ai como eu consigo ser tão criativa quando não quero!). Mas mesmo assim fico sem saber o que fazer. Se por um lado não quero voltar ao vazio que tinha antes, por outro lado tenho receio de dar demasiada rédea à minha imaginação e...
Será possível encontrar uma solução de compromisso? Ou melhor mesmo é arriscar?