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8 de novembro de 2009

Estou com a neura! #2

Hoje estou com a neura comigo própria e com a minha big mouth... por isso, e para a neura não aumentar, vou-me pôr a aspirar e a passar a ferro...

Há voluntários por aí? ;-)

Por acaso...

... tenho de actualizar o blog. Mas ainda não vai ser agora. Agora vou mas é dormir... porque estou cheia de sono mas muito bem disposta!

30 de outubro de 2009

Hoje nasceu...

... a filha do meu melhor amigo!!!!! PARABÉNS!!!!! Estou super feliz!!!!

25 de outubro de 2009

Estou com a neura!

Como é que eu consegui deixar cair e partir precisamente a única coisa que eu hoje não devia ter deixado cair e partir?!?
AAAAAAARRRRRRRGGGGGGGGHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E agora?

QUE NEURA!!!!!

21 de outubro de 2009

Been there, done that... ou Lição da semana #3

Ontem finalmente Miss K. deu sinal de vida. Como de costume, 1h30 de conversa (ou não fosse hoje dia de trabalho), em que falámos do que fomos vivendo neste tempo que não falámos. É engraçado como a K. é uma das minhas amigas mais recentes mas que me consegue conhecer tão bem que nem dá para explicar. Empatias...
Inevitavelmente, e logo para começar, "caiu-me" em cima por aquilo que leu neste mesmo blog. E de tudo o que ela me disse, algo ficou a bulir bem na minha cabeça.
A primeira coisa foi que eu tenho de deixar de dar tanta importância ao que os outros pensam ou dizem... o que por um lado é fácil de dizer mas no meu caso específico é mais difícil de fazer. Ainda ontem comentava com uma das minhas companheiras de passeio que tem imensos momentos que gostava de ser uma simples anónima a passear na rua ou a fazer compras. Nem imaginam como me faz confusão andar no Continente e ter alguém a observar o que levo no carrinho, ou a controlarem as pessoas que me rodeiam. Segundo a K., é como se fosse uma estrela de cinema cá do bairro (mas a mim não me pedem autógrafos, pedem conselhos!).
A segunda coisa atingiu-me com muito mais força. Quando a K. me conheceu, estava a tentar recuperar de uma relação que muita mossa causou na minha vida. Muita da minha recuperação a ela a devo. Ontem vira-se para mim e diz-me "Já reparaste que, noutros moldes, estás a repetir o que fizeste em relação ao outro? Passas a rodar a tua vida à volta desta pessoa e esqueces-te do mais importante que és tu! Prendes-te, preocupas-te, tentas tudo o que está ao teu alcance para fazer a outra pessoa feliz mas e tu? E a tua felicidade?"
Ai.
Esta doeu.
Porque sei que no fundo ela tem toda a razão.
E porque sei que tenho usado todas as desculpas que estão ao meu alcance para não pegar o touro pelos cornos (salvo seja!) e continuo presa a uma situação que não anda nem desanda. Logo eu que nunca fui mulher de NIM, ando com um grande nim na minha vida há 2 anos e meio.
De toda a conversa uma lição ficou: been there, done that, no thanks! E agora... respirar fundo e preparar o embate, porque o momento está próximo.

20 de outubro de 2009

Das conversas...

Hoje passei o dia com o coração apertadinho. E nem o facto de ter finalmente comprado O móvel de TV que tanto procurava ou um casaco todo giro na Zara me estavam a aliviar o coração. Nem o facto de andar com duas pessoas que muito gosto. Nem sequer o ter reencontrado na net alguém com quem já não falava há imenso tempo e de quem tinha imensas saudades.
Não.
Foi preciso uma sigela conversa no MSN para o aperto diminuir. Ou melhor, bastou-me um "não te preocupes com isso"... o resto... é conversa!

Casa vs Vida = Estado de alma

Li um dia destes num blog que ando a acompanhar ultimamente que a série Sex and the City teve impacto na vida da respectiva blogadora na arrumação da sua casa.
A minha casa está caótica. A minha vida esta caótica. E está mesmo, não é um exagero da minha parte. E mesmo sabendo previamente o que preciso fazer e tendo as ferramentas ao meu alcance, a verdade é que mais um vez a minha casa reflecte a minha vida e estas o meu estado de alma.
Curiosamente, voltei de férias cheia de certezas. Sabia o que queria e o que faria, só precisava do momento certo. Agora, um mês depois, as certezas evaporaram-se e nem o reiki me salva...
Uma certeza, porém, não desapareceu. Enquanto eu não "arrumar" a minha vida e a minha casa não posso ter uma certa conversa com uma certa pessoa. A questão agora é: será que estou a tentar fugir a algo que não tem fuga? Ou mais uma vez estou a enrolar-me no meu casulo em vez de sair cá para fora como me mandaram?

19 de outubro de 2009

Em busca do blog perdido.

Ó Miss K., faça favor de não desaparecer sem deixar rasto mas acima de tudo sem deixar convite! Fico à espera de novidades!

18 de outubro de 2009

Conversas.

Quando começo a dizer repetida vezes o nome de uma certa pessoa no meio das minhas conversas isso é...


... muito mau sinal!

14 de outubro de 2009

Inspira... expira... #2

Noite cerrada.
As vozes rodeiam-me mas nem oiço bem o que dizem, embora esteja mais atenta a uma voz em particular.
O cansaço é mais que muito e a agravá-lo está aquele perfume característico que me faz virar a cabeça em qualquer lugar que eu esteja. As ideias começam a ficar baralhadas na minha cabeça e já nem ligo aos "picanços" ou às piadas da famosa voz. De repente o dono do perfume muda de lugar e fica mesmo ao meu lado, encostado à mesma parede que eu. "Calma, não te mexas, não faças nada que te venhas a arrepender depois!", penso com os poucos neurónios que ainda tenho a funcionar.
Acaba a conversa e vamos todos embora. Entro no carro, abro as janelas e deixo que o ar frio da noite me acorde o espírito e me encha os pulmões. Mas nem que estivesse a maior ventania o perfume desaparecia... esse, já está bem marcado na minha memória. Seria preciso bem mais que uma janela aberta... era necessário fechar a porta. Serei capaz?

11 de outubro de 2009

Da dieta...

Sempre pensei que o que fosse mais difícil para mim fosse a dieta em si. Mudar radicalmente de alimentação sem nenhum deslize é obra. Confesso que em determinados dias a vontade foi imensa... Respirei fundo, cabeça erguida e cara alegre e lá me aguentei. Estou muito orgulhosa de mim nesse sentido.
O mais curioso é que o que custa mais nem é a alimentação. É o exercício, que devia fazer 1h por dia e que fiz hoje 15 minutos muito a custo... shame on me! Mas também todo o meio envolvente. Aquilo que me custa mais é a pressão de quem me rodeia, da família, dos amigos, dos colegas... e eu que só queria ser deixada em paz com o meu "diabinho", tenho uma data de diabinhos à solta! A minha mãe finalmente foi controlada, no trabalho a coisa começa a encarreirar mas com os meus amigos... pois, aí é que é o pior. Se por um lado tenho quem não entenda e queira à força pôr-me a comer ("mas nem uma fatiazinha?!? vá lá, é só para provar!!!!"), tambem tenho quem não entenda e gosta de me azucrinar o espirito (ai tem dias que nem sei o que tenho vontade de te fazer...). Eu sei que é uma alimentação peculiar mas têm mesmo de me estar constantemente a relembrar disso?!? Ai que saudades dos tempos em que eu era apenas uma incógnita! (pois, isto não totalmente verdade mas em determinados aspectos e determinados momentos sinto mesmo necessidade de passar despercebida... pena é que não o consiga a maior parte das vezes!) Quinze dias já passaram, daqui a mais quinze tenho consulta de avaliação. A ver vamos!

7 de setembro de 2009

E agora?

Eu sabia que iria acontecer o que aconteceu. Ou melhor, eu já estava à espera de ser atingida mas não estava a contar que fosse de um modo tão intenso...
Ora eu passo a explicar. A minha querida K. não descansou enquanto não me tornou fã da saga Crespúsculo. Fartou-se de me falar nos livros, insistia que eu tinha que ler porque eu ia adorar, até me emprestou o DVD para eu ver à vontade na minha casa. Confesso que não entendia o porquê de tanta agitação. É só um livro (ou melhor, quatro), uma história de vampiros bonzinhos e vampiros mauzinhos (e eu que nem gosto de filmes de terror e que sempre dispensei tudo o que tivesse a ver com vampiros) e nem sequer é um clássico de literatura fantástica tipo O Senhor dos Anéis que já li duas vezes e que esperei ansiosamente cada filme da triologia.
Pronto, eu sei. Eu até acho graça a histórias de magia e fantasia e se tiver alguma coisa a ver com os celtas, os druidas e Avalon então tenho mesmo que ler. Mas vampiros?!?

A primeira "ameaça" de leitura foi nas minhas férias em Julho. Sei agora que se não tivesse outras ocupações para a minha mente durante aqueles 15 dias que teria ficado irremediavelmente viciada logo. Mas fui resistindo à tentação de pegar no livro e deixei-o a meio, ficando com a sensação de que ainda não era o momento.
Até que, naquela bendita viagem de comboio que eu fiz para ir ao aniversário da minha querida K., deu-se o esperado: fiquei viciada. Li a metade que faltava no caminho para Lx, a K. emprestou-me o segundo para ler no caminho de volta. Na primeira oportunidade vi o filme (que me soube a pouco e me fez desejar que 26 de Novembro chegue depressa para ir ver o segundo) e acabei por ler aqueles três livros (e como é enorme o Amanhecer!!!) que faltavam numa semana e meia. Mesmo sendo fim do mês e tendo ensaios, jantares e saídas pelo meio, fiquei vários dias acordada até às 3h e aproveitava cada bocadinho do dia para ler.
Pois... mas o mais curioso no meio disto foi a reacção que estes livros me provocaram. Contrariamente ao que toda a gente fala, eu não me sinto Bella. Nem sequer me sinto mais uma personagem, como me costuma acontecer. E mesmo com a capacidade de visualização que tenho, aguçada pela escrita impecável da Stephenie Meyer, fui vendo passar a história à minha frente tal como se estivesse no cinema. O que se passou comigo foi um despertar. Foi como se algo que estava adormecido há muito tempo começasse a espreguiçar os braços e se preparasse para me desafiar. A leitura destes livros abriu a porta da minha imaginação e agora que ela saiu eu não consigo "escondê-la" outra vez. De um momento para o outro eu comecei a ter uma vontade enorme de escrever embora não saiba muito bem o quê. De um momento para o outro eu desejei imenso saltar para o colo de alguém embora não o possa fazer. De um momento para o outro eu passei a ter a minha intuição muito mais atenta embora insista em não acreditar nela.

E agora, o que faço? Para suprimir o fim dos livros, uma amiga minha emprestou-me uma saga de livros de dragões para ver se lhes acho piada (curioso, para quem não era muito fã deste tipo de livros, passar de vampiros para dragões é uma reviravolta muito interessante). Estou a ler o Marley & me porque ando numa de filmes que são livros ou livros que são filmes ou se calhar porque é uma forma que tenho de mudar as imagens que andam a pulular na minha cabeça (ai como eu consigo ser tão criativa quando não quero!). Mas mesmo assim fico sem saber o que fazer. Se por um lado não quero voltar ao vazio que tinha antes, por outro lado tenho receio de dar demasiada rédea à minha imaginação e...
Será possível encontrar uma solução de compromisso? Ou melhor mesmo é arriscar?

13 de junho de 2009

Dos arraiais.

Longe vão os tempos em que eu perdida e achada estava caída nos arraiais dos santos populares. Só na minha freguesia haviam uns 3 ou 4, se bem que um deles era o mais famoso (e o que tinha os rapazes mais giros, verdade seja dita). Mas como eu ainda era uma menina e moça e tinha de ir com a vizinha, lá ia parar ao baile mais perto da minha casa... mas mesmo assim, foi lá que eu conheci um dos meus primeiros namorados a sério. Como passa o tempo...
Depois fui para a faculdade e virei freira (quer dizer, não virei, mas os bailes eram outros) e não tornei aos bailes dos santos populares. Penso que a tradição se perdeu e os famosos arraiais onde ia com a minha vizinha deixaram de existir. Já quase com um pé lá e outro cá fui passear nesta mesma noite com uma amiga que já deixou de o ser, a um arraial que acabou por não acontecer. A minha primeira e única experiência de Santo António em Lisboa foi tão estranha que não voltei a festejar essa noite.
Sete anos depois (e é neste momento que vejo que já cá vivo há mesmo muuuuito tempo!), desafiada por amigos, lá vou eu a um arraial de Santo António. Se me diverti? Claro que sim, mas pela companhia e não pelo ambiente geral. Comemos bifanas, bebemos cerveja (sim, logo eu a beber cerveja!!!! Mas era um panaché e só mesmo convencida por quem fui...), ouvimos 3 vezes o mesmo CD remix de músicas pimba e como não havia previsão de bailarico nem se vislumbrava a tuna, acabámos o serão numa esplanada a comer um gelado e a recordar outros tempos.
O mais curioso no meio de tudo isto é que os santos populares ainda agora começaram e já estamos a preparar o arraial da semana que vem. Faz-me pensar que, tal como dizia a uma amiga, agora estou a renascer... e parece estar a correr tudo tão bem que até tenho medo de agoirar. Mas hoje isso não importa que hoje é dia de alegria e folia...